sábado, 11 de junho de 2011

FECHADO PARA BALANÇO

Sorrisos mórbidos,  sensibilidade mútua, cumplicidade, e anistia, penso enfim o que seria,
do sol, ou quem sabe da lua, se não houvesse um novo dia...
Desleixos inconstantes, o amor cuja bravura sobrevive dia após- dia, nesse mundo hostíl.
Nobre sentimento tal como ofir, explode do sangrento pesar a esperança de renascer
nos corações, daqueles vivem esquecidos, tal platônico pensar, ergues do mau, o bem.
A música entoa o desafinar que subtrái, o sentido real da expressão.
Tudo que és belo, tem sido desprezado, a poesia foi assassinada pelo descaso e pela insensibilidade.
A vulgaridade invade todos os meios de comunicação, destrói como a praga e corrói feito a traça...
 E eu um poeta morto pelo silêncio, e pela cegueira, não sinto mais prazer em derramar meu vil clamor,
sendo  assim, com o gosto do fél, ausento-me temporariamente na profunda missão de encontrar um nova inspiração.

autor : Elizeu Torquato

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