Calma noite crua silencia,
Que de tantos gritos no silêncio da alma nua refazia,
Segredos que um sentimento mútuo e voraz desfazia,
Relápsos de um corpo em tempestade acalentado pelas noites frias...
Emergia do meu ser a necessidade, insaciável, inavistável, e inevitavel...
E assim pude ter e perder, sorrir e chorar, onde o meu afago, e desabafo ficara entre muros e grades da minha própria melancólica escravidão,
Por fim cravo no peito que deságua à mágoa, uma estaca que transpassa deixando apenas o elo daquela ingratidão.
autor Elizeu Jr
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